Repost: Carlos Villagrán


Carlos Villagrán nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na Colônia Nativista, em Queretaro, México. Veio de uma família muito pobre, segundo conta o próprio Villagrán: “Éramos tão pobres, que os pobres não se misturavam conosco, por sermos pobres”.

Na casa onde Carlos Villagrán viveu com seus pais e seus irmãos (duas irmãs mais novas e um irmão mais velho) era tão humilde que não tinha nem colchão para dormir. Por atravessar tais dificuldades, teve que começar a trabalhar muito cedo, ainda na infância.

Aos 23 anos, começou a trabalhar com a fotografia profissional. Chegou a trabalhar em alguns dos jornais mais bem conceituados do México. Mas, seu sonho, mesmo, era ser apenas duas coisas: ou comediante ou jogador de futebol.

O convite para trabalhar junto a Chespirito e todo o elenco das séries, veio graças a Rubéns Aguirre (Prof. Girafales); este apresentou Carlos para Roberto Bolaños, que já o havia visto em cena em uma obra teatral.

Segundo conta Villagrán, o personagem Quico surgiu da seguinte forma: no final do anos 60, antes de surgir o seriado Chaves, Carlos Villagrán atuava em uma peça de teatro, onde ele já se caracterizava com roupa de marinheiro e com bochechas inchadas, igual ao Quico. Já a versão de Chespirito é a seguinte: Villagrán arrumou uma roupinha de marinheiro, só que Chespirito achou que ele de marinheiro, com o rosto que é visto nos episódios do Chapolin – sem bochechas infladas -, se parecia muito com um personagem de um programa infantil da tevê mexicana, o Chabelo, então, Chespirito inventou que ele seria um menino bochechudo.

Muitos têm a curiosidade de saber o que o intérprete do personagem mais tonto da vila usa, para ficar com aquelas bochechas infladas. Na verdade, ele não usa nada em suas bochechas: Carlos Villagrán é portador de uma doença rara nos músculos do seu rosto, assim Villagrán consegue deixar suas bochechas duras. E o resultado disso é que parece que ele está falando com as bochechas infladas.

Na época em que o seriado Chaves estava em seu auge no México, a EMI Capitol aproveitou o destaque que o personagem Quico tinha na série e chamou Villagrán para gravar um disco, onde se incluíam dez músicas. Isso ocorrera, precisamente, em 1976.

No final de 1978, Carlos Villagrán decidi sair do elenco do Chaves para estrear um programa solo na Venezuela, que se chamou “Frederico”. Segundo Villagrán, ele deixou a série Chaves, pois o seu personagem estava ficando mais popular que o próprio Chaves, e isso incomodava Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”. Além do programa “Frederico”, Carlos ainda fez outros programas com o personagem Kiko (com “K”, pois os direitos sobre Quico com “Q” é de Roberto): “Niño de papel”, “El Circo de Moisier Cachetón” e “Kiko Botones”.

No dia 1° de abril de 2000, Carlos Villagrán participou da homenagem a Chespirito, promovida por Roberto Gómez Fernadez, filho de Chespirito. Essa homenagem se realizou num canal da TV Televisa, e foi marcado pelo reencontro de Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” e Carlos Villagrán, que não se falavam há mais de 20 anos. As más línguas dizem que ele cobrou para participar da homenagem.

Em 2013, em uma turnê pelo Brasil anunciou sua aposentadoria, aos 69 anos. O último show de sua carreira foi no dia 11 de Maio, em um circo no Rio de Janeiro. Sua turnê de despedida ainda passou por Porto Alegre, Belo Horizonte, São Paulo, Recife e Campos dos Goytacazes. Durante a turnê, em homenagem a sua paixão pelo futebol brasileiro, foi nomeado embaixador da Copa do Mundo do Brasil, na cidade de Porto Alegre. O ator recebeu o título das mãos do então prefeito José Fortunati.

Atualmente, mora em Guadalajara, no México, com sua atual esposa. Carlos tem seis filhos de outro casamento.

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A atriz Florinda Meza, que interpretou Dona Florinda no seriado Chaves, deixou de lado os possíveis desentendimentos com o ex-colega de elenco Carlos Villagrán, o Quico, e o abraçou durante a primeira missa em homenagem a Roberto Bolaños, realizada na noite e madrugada de sábado (29/11) no Cidade do México. O gesto pôs fim a polêmica de que Meza teria proibido Carlos de participar de eventos oficiais em homenagem a Bolaños.

 

Em 2014, Villagrán abandonou a aposentadoria e anunciou que irá fazer uma turnê pelo Brasil.

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Em Fevereiro de 2016 Carlos Villagrán, veio ao Brasil para assinar o contrato para o filme Como se Tornar o Pior Aluno da Escola, ele será o antagonista principal e diretor da escola o qual irá se passar a trama. Danilo colaborou com o roteiro e também atuará. As filmagens vão ser iniciadas em Junho de 2016 com a previsão de chegar aos cinemas até 2017. Foi feita uma live ao vivo pelo Danilo Gentili, onde mostra Villagrán assinando o contrato.

 

Repost: Publicação original Carlos Villagrán

 

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Morre aos 82 anos Rubén Aguire


 

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Morreu, aos 82 anos, o ator Ruben Aguirre, conhecido por ter interpretado o Professor Girafales no seriado “Chaves” . Quem confirmou a morte de Ruben foi Edgar Vivar, intérprete do Senhor Barriga, na manha desta sexta-feira (17).

“Meu professor favorito descansa em paz. Hoje meu grande amigo Rubén Aguirre parte deste plano. Sentirei muito sua falta”, escreveu Edgar em seu perfil no Twitter.

Aguirre tinha diabetes, controlada com medicamentos, além de cálculos na vesícula e problemas de coluna. No final de 2007, o ator e sua mulher, Consuelo Reyes, sofreram um acidente de carro. Ele teve de abandonar os palcos e usa cadeira de rodas. Já Consuelo perdeu uma das pernas e precisou passar por quatro cirurgias.

Em junho, Aguirre publicou uma carta pedindo para a ANDA (Asociación Nacional de Actores) custear seus tratamentos médicos. Com título “E agora, quem poderá me defender?”, uma referência ao personagem Chapolin, Rubén revelou que há dez anos luta pelo direito de ter assistência médica, já que sempre contribuiu com as cotas estabelecidas pela associação. “Minhas forças se acabaram”, assumiu o ator mexicano que também explicou o motivo do texto nas redes sociais.

Em agosto de 2014, o  ator foi internado na capital do México com quadro de desidratação e anemia, mas ele tomava medicamentos havia pelo menos duas décadas para controlar doenças renais e diabetes

Com idade avançada e problemas de saúde, Aguirre tinha sido recomendado por médicos para viver ao nível do mar. Por causa disso, não ia à capital, Cidade do México, a 2.250 m de altitude, e nem viaja longas distâncias, o que o impedia de vir ao Brasil com frequência

Biografia


O intérprete do romântico Professor Girafales, nasceu no dia 15 de junho de 1934, em Saltilo, Coahuila, México. É o mais velho e o mais alto dos 6 filhos de Rubén Aguirre Flores.

Estudou em Saltilo até o segundo ano do primeiro grau. Foi viver junto com sua família em Torreón, Coahuila. Lá, ele completou o ensino fundamental na escola Centenario e o ensino médio no colégio Venustiano Carranza. Sempre foi considerado um aluno de ótimas notas, porém muito inquieto. Na faculdade, Aguirre estudou engenharia agrônoma.

Rubén começou a trabalhar muito cedo. Com pouca idade já havia trabalhado de tudo um pouco: já foi locutor de rádio e televisão, ventríloco, ator, narrador de touradas, toureiro, diretor de televisão.

Na cidade de Monterrey, Aguirre, trabalhou no Canal 6, como chefe de locutores e mão direita do gerente do canal. Nessa época, o canal tinha sido recém inaugurado e pouco a pouco começava a competir com o Tele Sistema Mexicano (canal mexicano mais importante nessa época).

Depois, os mesmos donos do Canal 6 abriram um outro canal, o Canal 8, e contrataram Rubén, não como locutor nem como ator, e sim como sub-gerente de produção.

Quando o canal entrou no ar, passou a trabalhar como executivo da empresa e, aos fins de semana, como ator, em um programa de sábado, criado por Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”, que se chamava “Chespiritotadas”. O diretor do canal logo o impediu de desempenhar os dois trabalhos, alegando que, para a imagem da empresa, não ficava bem ter um executivo negociando durante a semana e um ator aos sábados. Para surpresa do próprio diretor do canal, Rubén escolheu ficar como ator e abrir mão do alto salário que recebia até então, como executivo da empresa.

A partir daí, começou a trabalhar com Roberto Gómez Bolaños em várias séries, como: “El Cidadano Gómez”, “Los Super Genios de la Mesa Cuadrada”, “El Chapulíl Colorado” (Chapolin Colorado) e “El Chavo del Ocho” (Chaves).

No seriado Chaves Aguirre conheceu o sucesso internacional, interpretando o altíssimo Professor Girafales, eterno pretendente da Dona Florinda.

Rubéns ainda atuou em quatro filmes de Chespirito: “El Chanfle”, “El Chanfle 2”, “Charrito”, “Don Ratón y Ratiro”.

Com o fim definitivo das gravações do Chaves, em 1993, Aguirre produziu no ano seguinte o programa “Aqui esta la Chilindrina”. O programa teve como personagem central a esperta Chiquinha, interpretada por Maria Antonieta de las Nieve.

Desde de 1976, Rubén é proprietário de um circo: “El Circo del Professor Jirafales”. Mas, nos últimos tempos, tem mantido-se afastado do seu público e deixado de fazer shows, pois sente muita vergonha do seu corpo. Atualmente, o ator que ficou conhecido interpretando o Professor Girafales está pesando mais do que pesava antes o próprio Seu Barriga. Aguirre engordou mais de 25 quilos devido ao uso de um medicamento para curar um problema que tinha na perna há alguns anos.

Hoje, Rubén Aguirre vive com sua esposa, Consuelo Aguirre, com quem teve 7 filhos.

1 ano sem Chesperito.


 Escritor, publicitário, desenhista, compositor de músicas e letras de canções populares, ator, diretor, produtor e pai de 6 filhos. Chespirito é uma forma castelhanizada do vocábulo inglês Shakespeare. Tal apelido foi posto nele pelo diretor de cinema Agustín P. Delgado, que considerava Roberto Gómez Bolaños um pequeno Shakespeare (estatura de Bolaños: 1,60m).

    Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”, nasceu em 21 de Fevereiro de 1929 na Cidade do México, D.F. Sua mãe foi Elsa Bolaños-Cacho Aguilar e seu pai foi Francisco Gómez Linares. Gómez Linares foi pintor, desenhista e ilustrador de diversos jornais na sua época. Fez, entre outras coisas, as capas das revistas “El universal ilustrado” e “Continental”. Ilustrava com fortes traços ou desenhos à tinta as crônicas de Martín Luiz Guzmán. Gómez Liñares também foi o retratista mais cotado da década de 20.

    Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” estudou engenharia, mas nunca exerceu. Assim como Borges ou De Quincey, Gómez Bolaños soube, antes de escrever, que havia nascido para Letras; e estaria à discussão a sua qualidade literária entre os intelectuais, mas milhões de pessoas durante quatro gerações se somam à minha voz para agradecer a Chespirito, que deixou a eletricidade e a mecânica de lado (ainda que também é algo criativo) para se dedicar a divertir milhões de pessoas. Assim então, Chespirito se iniciou como publicitário para a empresa publicitária D’Arcy, quando tinha 22 anos.

    A partir da segunda metade da década de 50, a atividade de Gómez Bolaños como roteirista foi muito intensa. Foi bem escrevendo para rádios, programas de TV ou para cinema. Durante 10 anos alimentou com seus roteiros o programa semanal “Cómicos y canciones”, que fez muito sucesso. Entre 1960 e 1965, dois programas disputavam o primeiro e segundo lugar da TV mexicana, e ele escrevia ambos. Eles eram: “Estudio de Pedro Vargas” e o já mencionado “Cómicos y canciones”.

    Em 1966, o ator Mario Moreno “Cantinflas” elegeu os roteiros de Gómez Bolaños para uma série que deveria se chamar “El estudio de Cantinflas”. Porém, infelizmente, o patrocinador cancelou o projeto devido às altas pretensões do famoso comediante Cantinflas.

    No final de 1968, Gomes Bolaños foi contratado pela emissora TIM com a feliz oferta de usar em sua programação um espaço de meia hora em cada sábado. Assim, nasceram séries como “Los supergenios de la mesa cuadrada” e “El ciudadano Gómez”. Simultaneamente, nascia a carreira de ator para Chespirito.

    Em 1970, a TV extendeu o tempo de transmissão para uma hora e o horário utilizado passou a ser às segundas-feiras, às 20:00. Então, a série passou a se chamar “Chespirito”, onde se incluíam diferentes quadros, de tal sorte que vimos nascer nesse espaço o personagem Chapolin Colorado e um ano depois o Chaves do Oito. Ambos personagens tiveram tal aceitação, que a emissora decidiu dar-lhes características de seriado com um dia da semana para cada um, com meia hora de transmissão e em horário nobre.

    O Chapolin Colorado e o Chaves abriram as portas do mercado internacional à TV mexicana. Em 1973, ambos os programas eram transmitidos para quase toda a América Latina, e em todos os países sua popularidade colacavam-nos em primeiro lugar na audiência. Por exemplo, em 1975, os níveis de audiência das séries de Chespirito no México oscilavam entre 55 e 60 pontos no ranking. A partir de 1984, o programa voltou a ter uma hora de duração às segundas-feiras, às 8 da noite, com o nome de “Chespirito”. Nessa época, Chespirito já era um sucesso, e assim seguiu sendo. Por 25 anos sem parar, todas as segundas-feiras, às 20 horas, Chespirito estava em quase todos os lares mexicanos.

    Atualmente, a série segue sendo transmitida em toda a América Latina e na Espanha, com seu áudio original, mas também é transmitida em diferentes dublagens em outros idiomas em mais de dez países: os programas de Chespirito pode ser vistos tanto no Brasil, como em Angola. Por isso, talvez, Homer, o personagem da série americana “Os Simpsons”, inclui entre seus personagens favoritos o Chapolin Colorado.

“El Chanfle”

    Em 1978, Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” produziu, escreveu e atuou no filme “El Chanfle”, o mesmo rompeu todos os recordes de bilheteria existentes até essa data no México.

Gómez Bolaños também escreveu roteiros para cinema e telenovelas, assim como uma comédia musical chamada “Títere”. Tem, ainda, em seu arquivo teatral, mais seis obras.

    Atualmente, Gómez Bolaños interpreta no teatro a obra de sua autoria “11 y 12”. Tal obra é um recorde a mais ao seu ver, já que desde 1992, data em que foi estreada, permanece ainda em cartaz na Cidade do México no mesmo teatro. Sem interrupções, de quinta-feira a domingo, já há 6 anos, “11 y 12” é um sucesso.

    Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” é o atual diretor geral de Televicine, companhia produtora de cinema da empresa Televisa.

    É comum que um cantor de Rock encha um estádio de futebol, tal é o caso de Tina Turner, Sting, Madonna, etc; Mas não é comum que um comediante e seu grupo consigam o mesmo com um espetáculo teatral.

    Em 1977,

O “Show de Chespirito” lotou duas vezes no mesmo domingo o estádio de futebol de Santiago, no Chile, cuja capacidade é de 80.000 pessoas. Em Buenos Aires, Argentina, no Auditório Luna Park, com uma capacidade de 25.000 pessoas, Chespirito deu quatorze apresentações consecutivas com capacidade esgotada. Na cidade de Nova York, no Madison Square Garden, um espetáculo latino surpreende com 2 seções lotadas em um só domingo do ano de 1983: “El Show de Chespirito”. “La quinta Vergara” obtém ótimo público somente no festival de canções de Viña del Mar, onde há muitos tipos de espetáculo. Em 1977, tiveram lotação esgotada novamente com o “Show de Chespirito”…  Calcula-se que em 43 anos escrevendo, Chespirito acumulou algo como 60.000 folhas (não conto o que um escritor apaga, tira, corrige e repete). Isso equivale a 2.400.000 linhas e aproximadamente, 168 milhões de letras.

    Existem muitos recordes de Chespirito dignos de serem registrados, mas o mais valioso e maior de seus feitos é o ideal que todo o ser humano persegue e a meta que por muitos não é alcançada: Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” é um bom homem.

Roberto Gómez Bolaños faleceu em Cancún, onde morava nos últimos anos de sua vida, às 14:30 (horário local) de 28 de novembro de 2014 , devido à uma parada cardíaca. A notícia foi divulgada pouco tempo depois por dois dos grandes veículos de comunicação do México: a CNN México, que foi o primeiro deles; e pouco tempo depois pela Televisa , emissora onde Bolaños trabalhou por muitos anos de sua carreira, mesmo assim a causa ainda não foi confirmada de imediato. Ele estava com sua esposa, Florinda Meza no momento de sua morte. O comediante sofria de problemas respiratórios crônicos e tinha mobilidade reduzida . No dia 29 de novembro o corpo foi levado por um carro fúnebre de Cancún até a Cidade do México, num cortejo até a sede da Televisa. No dia seguinte foi velado no Estádio Azteca, também na Cidade do México . No dia 1 de dezembro, o corpo de Roberto Gómez Bolaños foi enterrado no Panteón Francés de la Piedad, na Cidade do México.

Postagem feita originalmente em 11 de outubro de 2011, durante a serie de postagens em comemoração aos 27 anos de Chaves no Brasil. Apenas incluindo a informação sobre a morte de Roberto Gomes Bolaños.

Carlos Villagrán


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Carlos Villagrán nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na Colônia Nativista, em Queretaro, México. Veio de uma família muito pobre, segundo conta o próprio Villagrán: “Éramos tão pobres, que os pobres não se misturavam conosco, por sermos pobres”.

Na casa onde Carlos Villagrán viveu com seus pais e seus irmãos (duas irmãs mais novas e um irmão mais velho) era tão humilde que não tinha nem colchão para dormir. Por atravessar tais dificuldades, teve que começar a trabalhar muito cedo, ainda na infância.

Aos 23 anos, começou a trabalhar com a fotografia profissional. Chegou a trabalhar em alguns dos jornais mais bem conceituados do México. Mas, seu sonho, mesmo, era ser apenas duas coisas: ou comediante ou jogador de futebol.

O convite para trabalhar junto a Chespirito e todo o elenco das séries, veio graças a Rubéns Aguirre (Prof. Girafales); este apresentou Carlos para Roberto Bolaños, que já o havia visto em cena em uma obra teatral.

Segundo conta Villagrán, o personagem Quico surgiu da seguinte forma: no final do anos 60, antes de surgir o seriado Chaves, Carlos Villagrán atuava em uma peça de teatro, onde ele já se caracterizava com roupa de marinheiro e com bochechas inchadas, igual ao Quico. Já a versão de Chespirito é a seguinte: Villagrán arrumou uma roupinha de marinheiro, só que Chespirito achou que ele de marinheiro, com o rosto que é visto nos episódios do Chapolin – sem bochechas infladas -, se parecia muito com um personagem de um programa infantil da tevê mexicana, o Chabelo, então, Chespirito inventou que ele seria um menino bochechudo.

Muitos têm a curiosidade de saber o que o intérprete do personagem mais tonto da vila usa, para ficar com aquelas bochechas infladas. Na verdade, ele não usa nada em suas bochechas: Carlos Villagrán é portador de uma doença rara nos músculos do seu rosto, assim Villagrán consegue deixar suas bochechas duras. E o resultado disso é que parece que ele está falando com as bochechas infladas.

Na época em que o seriado Chaves estava em seu auge no México, a EMI Capitol aproveitou o destaque que o personagem Quico tinha na série e chamou Villagrán para gravar um disco, onde se incluíam dez músicas. Isso ocorrera, precisamente, em 1976.

No final de 1978, Carlos Villagrán decidi sair do elenco do Chaves para estrear um programa solo na Venezuela, que se chamou “Frederico”. Segundo Villagrán, ele deixou a série Chaves, pois o seu personagem estava ficando mais popular que o próprio Chaves, e isso incomodava Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”. Além do programa “Frederico”, Carlos ainda fez outros programas com o personagem Kiko (com “K”, pois os direitos sobre Quico com “Q” é de Roberto): “Niño de papel”, “El Circo de Moisier Cachetón” e “Kiko Botones”.

No dia 1° de abril de 2000, Carlos Villagrán participou da homenagem a Chespirito, promovida por Roberto Gómez Fernadez, filho de Chespirito. Essa homenagem se realizou num canal da TV Televisa, e foi marcado pelo reencontro de Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” e Carlos Villagrán, que não se falavam há mais de 20 anos. As más línguas dizem que ele cobrou para participar da homenagem.

Atualmente, Carlos vive na Argentina, com sua esposa, com quem teve seis filhos: Paula, Sylvia, Samantha, Edson, Gustavo e Vanessa. Tem ainda um circo chamado “El Circo de Kiko”, que, inclusive, já veio ao Brasil, em meados da década de 90.

62 anos de Maria Antonieta de las Nieves


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Maria Antonieta de las Nieve é um ícone da televisão mexicana. Isso graças ao grande êxito que obteve interpretando a personagem Chiquinha, no humorístico Chaves.

Maria Antonieta de las Nieve, nasceu no dia 22 de dezembro do ano de 1950, em Nayarit, México.

Iniciou-se no meio artístico muito cedo, aos 6 anos. Recebeu seu primeiro prêmio quando tinha 8 anos de idade, quando fazia a novela “La Leona”. Maria interpretava uma menina má. Dois anos depois, mais um prêmio: atriz dramática infantil.

Começou a trabalhar ao lado de Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”, quando este procurava uma mulher jovem e baixa para uma comédia local. Quando Chespirito falou com Antonieta sobre a proposta, ela disse que não era atriz cômica e sim dramática, nada mais. Chespirito replicou dizendo: “Então não é uma boa atriz. Não há atores dramáticos ou cômicos. Há atores”. Essas palavras fizeram Maria refletir, e aceitar a proposta.

O primeiro trabalho ao lado de Roberto Bolaños, foi no programa “Los Super Genios de la Mesa Cuadrada”, em 1969. Nessa época, Maria Antonieta tinha apenas 18 para 19 anos.

Seu grande trabalho viria dois anos depois, quando ela começaria a interpretar, no seriado Chaves, a personagem Chiquinha – a personagem que viria também a consagrá-la a nível mundial.
No ano de 1974, Antonieta de las Nieve teve de se ausentar das gravações das séries por estar grávida. No seriado Chaves foi dada a desculpa de que a personagem Chiquinha havia ido morar na casa das suas tias do interior. No ano seguinte, a atriz regressa ao elenco comandado por Chespirito.

Maria Antonieta se casou por volta de 1972, com Gabriel Fernandez, requisitado produtor de televisão mexicana. Ele era quem locutava a abertura do seriado Chaves, dizendo: “Este é o programa número um da televisão humorística”.


Chaves deixou de ser gravado definitivamente em 1993. E, no ano de 1994, Maria passou a fazer uma série, onde ela seguiu interpretando a personagem Chiquinha. O programa se chamou “Aqui esta la Chilindrina”. Fazia parte do elenco o seu marido Gabriel Fernandez e a sua filha adotiva, Verónica Gómez Fernandez, a série era produzida por Ruben Aguirre (Professor Girafales). O programa teve apenas 17 episódios, mas, mesmo assim, foi reprisado durante cinco anos. Segundo Maria Antonieta, o seriado teve poucos episódios gravados porque Roberto Gómez Bolaños não deixou prosseguir com o programa. No entanto, ela notou que o registro da personagem não havia sido renovado por Chespirito desde 1982. Então, ela registrou em 1995 a personagem em seu nome.

O sucesso do seu programa lhe rendeu um filme chamado “La Chilindrina en Apuros”, além de gravar nove CDs, voltados para o público infantil.

Em 2001, Maria ganhou sua primeira neta.

No ano de 2002, Maria Antonieta de las Nieve sofre um pré-infarto. Poucas semanas depois, já estava bem.

Assim como a maioria de seus ex-companheiros, Maria também era proprietária de um circo, onde se apresentava por toda a américa latina e EUA.

Como será a serie


A partir de hoje o Ler9’s Blog começa a conta a historia das séries Ra Tim Bum (1990-1992) , Castelo Ra Tim bum (1994-1997) e Ilha Ra Tim Bum (2001-2004). A serie de post estará dividido em três fases, a serie, atores, repercussão.

Os três programas de TV marcaram a infância e a juventude de milhares de pessoas na  tele da TV Cultura.

O Ra Tim Bum, criado em 1990, reformula o modelo dos programas infantis, com quadros curtos, coloridos e dinâmicos. Dirigida por Fernando Meirelles, a atração conta com a atuação de Marcelo Tas, Carlos Moreno, Iara Jamra, Grace Giannoukas, o garoto propaganda do Bom bril, Eliana Fonseca, entre outros profissionais. Ganhador de vários prêmios no Brasil, além da medalha de ouro no Festival de Cinema e TV de Nova York em 1990.

A segundo programa foi o Castelo Ra tim, programa infantil inovador, é sucesso na televisão brasileira. Realizado com apoio do Sesi e da Fiesp, foi dirigido por Cao Hamburger. O elenco contou com a participação de Rosi Campos, Cássio Scapin, Sérgio Mamberti, Cinthya Rachel, Luciano Amaral, Freddy Allan, Ângela Dip, Pascoal da Conceição, além de outros atores.

A trioligia chega ao fim com o seriado Ilha Rá-Tim-Bum, criado por Flávio de Souza em 2001 e foi ao ar até 2004, atualmente exibido pelo canal por assinatura TV Rá-Tim-Bum e dirigido por Fernando Gomes e Maísa Zakzuk. A história é narrada por três fantoches, com as vozes dos cantores Pedro Mariano, Fernanda Takai e Bukassa

Chegada ao Brasil


O Ler9’s Blog reposta hoje o segundo post da série 27 anos de Chaves no Brasil. Hoje se comera os 28 anos desse seriado no Brasil. Neste post conta como foi a chegada da serie pelo programa do Bozo em 1984.

O chaves estreou no brasil em agosto de 1984,no programa do palhaço Bozo,aquele palhaço com cabelos espetados para os lados,o primeiro episódio exibido foi “o caçador de lagartixa”.No final da década de 90 começaram alguns problemas, como mudança de horário sem aviso prévio e retirada do programa do ar,mas até hoje o programa está no ar e garante muitas gargalhadas.conheça outras histórias como brigas,erros de gravação,,jogos músicas e muito mais acessando

 A chegada do seriado Chaves ao Brasil foi por acaso. Alguns episódios vieram no meio de fitas de novelas mexicanas que o SBT naquela época já importavam da Televisa. Apesar de ter sido muito criticado pela cúpula do SBT, o Silvio Santos resolveu aposta na serie e mandou para a dublagem. O programa estreou no programa do Bozo no dia, 24 de agosto de 1984, com o episodio “Caçando Lagartixas” e o seriado era exibido as segundas, quarta e sextas.

Com o tempo, a repercussão e, conseqüentemente, a audiência de Chaves foi crescendo, e novos lotes de episódios foram chegando, enquanto alguns deixavam de ser exibidos por motivos misteriosos. Chaves já ocupou vários horários na programação do SBT, conquistando audiências surpreendentes em todos eles, chegando a vencer os programas da Rede Globo e, aos poucos, se tornando um dos trunfos da emissora de Sílvio Santos.

Há pouco tempo, a série passou por algumas dificuldades, deixando de ser exibida durante algum tempo, e sempre voltando com o apelo incessante dos fãs.

Agora o caso mais badalado das séries CH foi em 2005. O contrato de Chaves, que terminava no dia 20 de junho, não tinha sido renovado até poucos dias antes do término, e muitas outras emissoras correram atrás da Televisa com interesse em Chaves. Uma delas foi a Rede Globo que chegou a fazer uma proposta, mas a Televisa a recusou dando preferência a emissora de Silvio Santos por causa do contrato que o SBT tem com as novelas da TV mexicana. O SBT pagou cerca de US$ 1,5 milhão pela renovação do contrato.

 

Ramón Valdez: A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena


O Ler9’s Blog hoje reapresenta a postagem sobre Ramón Valdez, da serie  de post “27 anos de Chaves no Brasil”, em homenagem a ele que faz 24 anos de seu falecimento. Ramón Gómez Valdéz y Castillo nasceu na Cidade do México, mas ainda bebê se mudou com a família para Ciudad Juárez. Tornou-se ator assim como os irmãos, Germán “Tin Tan” Valdez (1915-1973), um dos maiores comediantes do México, e Manuel “El Loco” Valdez (1931). Com um papel de um alcóolatra, Ramón entrou em 1969 no programa Los Supergenios de La Mesa Cuadrada, ao lado de Roberto Gómez Bolaños,Ruben Aguirre e Maria Antonieta de Las Nieves. Logo, Bolaños criou Chavese Chapolin.

Ramón foi convidado e aceitou participar das séries, alcançando grande sucesso. Segundo os colegas de trabalho, Valdez era conhecido por ser muito parecido como o próprio personagem. Vestia-se com simplicidade e vivia a vida de forma tranquila, apesar de ter personalidade forte. Todos tinham respeito e admiração por Valdez. Bolaños afirmava constantemente que ele era um dos maiores atores do México.

Ele ficou no programa até 1979, quando Carlos Villagrán, o Quico, deixou o elenco para ter seu programa solo, após desentedimentos com Bolaños. Todos do elenco tinham admiração e respeito por Valdez ; o mesmo não ocorria com Villagrán , que acabou isolado. Valdez foi o único que continuou a ter amizade com Villagrán e acompanhou-o na carreira solo (sendo substituído por Raul Padilla). Durante o tempo em que ficou fora das séries,de 1979 a 1981, foi alvo de criticas de Bolaños. Em 1979, Bolaños deu uma entrevista em que criticava muito Ramón e Villagrán.

Sobre Valdéz, Chespirito disse que ele não tinha nenhum engenho, era mais barato que Villagrán e que estava louco. Como Bolaños sentia muita falta de Valdez, apesar das críticas virulentas, tempos depois, em 1981, ele retornou ao elenco de Chespirito, após desentendimentos Villagrán. Entretanto, a alegria durou pouco e ele ficou por pouco tempo. Sua segunda saída aconteceu por causa de desentendimentos com Florinda Meza, a respeito da composição dos personagens interpretados por Valdez. Como Meza alcançava também as funções de produtora e diretora de Chespirito , ela começava a dar sugestões que nada agradaram ao ator.

Personagens de Ramón Valdez no Chapolin

1972

Parabéns Sargento!/O Julgamento/O Bandido Mata-Fácil

Nesse episódio, Ramón é um caubói do velho-oeste, pai da personagem de Maria Antonieta de Las Nieves. Ao saberem que o bandido Mata-Fácil está chegando, o povo da cidade foge, com a excessão de Ramón, que fica para provar que é corajoso. O bandido chega e derrota Ramón, o jogando contra a parede. Mata-Fácil luta com Chapolin e, quando está prestes a ganhar, desmaia após uma pancada de Ramón.

1973

As Pirâmides do Egito

Nesse episódio, Ramón é um arqueólogo que, junto com a filha (Florinda Meza) e o futuro-genro (Carlos Villagrán), chegou a uma pirâmide para encontrar os valiosos tesouros. Ao saber que a pirâmide não contém tesouros, Ramón e sua filha decidem ir, mas Carlos resolve roubar a múmia. Contra isso, os dois chamam o Chapolin Colorado. Eles procuram Carlos enquanto fogem da múmia. No final, eles descobrem que o guarda (Ruben Aguirre) já havia roubado a múmia e colocado Carlos no lugar. Ramón roubou a arma de Ruben e o rendeu.

O Espião Invisível

Nesse episódio, Ramón é um famoso e brilhante cientista, que teme que seu mais famoso invento, um líquido que deixa os objetos invisíveis, caia em mãos erradas. Por isso, expulsa o jornalista (Carlos Villagrán) de sua casa. O Chapolin Colorado é chamado, mas não percebe os móveis invisíveis. Enquanto isso, o espião internacional Severiano Miron rouba o líquido e fica invisível. Eles percebem que o efeito de invisibilidade passa rápido e, depois de uma luta, Chapolin derrota Miron.

1974

O Anel de Brilhantes

Nesse episódio, Ramón percebe que um valiosíssimo anel de brilhantes desapareceu. Mesmo com a insistência de sua empregada (Florinda Meza) em que um bandido pode ter entrado pela janela, Ramón pensa que foi ela quem roubou e que, se ele não encontrar o anel, chamará a polícia. A empregada chama o Chapolin, que nocauteia Ramón. Quando acorda, Ramón mostra aos dois um detetive (Carlos Villagrán) que se ofereceu para investigar. Na verdade, o detetive é um ladrão. Ele prendeu Ramón e Chapolin num quarto, mas Chapolin, usando suas Pastilhas Encolhedoras, fugiu e derrotou o ladrão.

A Casa Caindo de Velha

Nesse episódio, Ramón é um velhinho que mora com sua neta (Florinda Meza) em uma casa que está desmoronando. Consantemente, Ramón se machuca com buracos e porta. O senhorio (Carlos Villagrán) decide despejá-los quando os dois decidem não pagar o aluguel. Com medo do despejo, Florinda chama o Chapolin. Pessimista, o velho acha que deveriam ter chamado outro herói. O senhorio chega com os carregadores e comça a tirar as coisas da casa. No fim, Carlos vê que a casa está desmoronando e decide não mais cobrar o aluguel.

1975

A Mordedura de Serpente

Neste episódio, Ramón está acampando com sua filha Clarissa (Florinda Meza) e com seu futuro-genro Fredegundo (Carlos Villagrán). Um homem bastante ativo, que gosta de fazer execícios bem cedo, Ramón percebe ao acordar Fredegundo para acompanhá-lo, que sua filha não estava na barraca dos dois, sendo informado que os dois brigaram e ela saiu da barraca de noite. Depois de chamar o Chapolin, Ramón e Fredegundo encontraram Clarissa, que disse ter sido picada por uma serpente. Ramón e Chapolin tentam encontrar remédios na cabana, mas sem sucesso. Em seguida, inicia-se a tentativa de buscar o antídoto num acampamento próximo, e mais tarde, de se levar Clarissa ao tal acampamento de padiola. Depois eles descobrem que Clarissa não foi picada, apenas sentou em um alfinete.

O Planeta Selvagem

Nesse episódio, Ramón está é um astronauta que viaja com seu parceiro (Carlos Villagrán) ao planeta Vênus para coletar amostras das fantásticas pedras venusianas. O que eles não contavam é que o piloto automático do foguete os deixaria presos no planeta. Com o ajuda do Chapolin Colorado, eles tentaram voltar, mas sem sucesso. Ao fim, os dois astronautas decidiram ficar em Vênus com as nativas.

Os Gêmeos Dançarinos

Nesse episódio, Ramón é um zelador substituto do teatro com um sério problema de raiva, sendo capaz de matar qualquer um que o zombe. Pensando que os gêmeos são apenas um homem, Ramón se zanga com as ordens equivocadas dos irmãos. Com a ajuda do Chapolin, Ramín bate em um dos gêmeos, que desmaia. Pensando que mataram-no, os dois escondem o homem e se assustam ao pensar estar vendo seu espírito, mas é apenas o outro irmão. Tudo se explica e Ramón dança junto com todos.

A Múmia do Museu

Nesse episódio, Ramón é um bandido, comparsa do personagem de Carlos Villagrán. Os dois são contratados pelo personagem de Ruben Aguirre para tirar uma múmia de dentro do museu, substituindo-a por Ruben fantasiado. Ramón e Carlos disfarçaram a múmia e tentaram sair do museu, o que não conseguiram fazer pela quantidade de guardas. Eles devolveram a múmia e acabaram sendo presos. 

A Mansão dos Duendes

Nesse episódio, Ramón é um homem que deseja comprar a casa que Florinda queria colocar a venda por medo dos duendes. Mesmo ela não tendo posto um anúncio sobre a venda, Ramón disse que já sabia, pois tem o poder da vidência. Ele começa a vasculhar a casa procurando duendes e confunde o Chapolin com um. Carlos, o marido de Florinda, conta que reconheceu Ramón: foi ele quem lhes vendeu a casa. Ramón leva a Água da Jamaica, bebida que os duendes adoram, para capturar alguns, mas não consegue. Carlos o desmascara, revelando seu plano: vendia casas, assustava os moradores com bonecos eletrônicos e as comprava de volta por um preço menor. 

Pedintes em Família

Nesse episódio, Ramón é mendigo, que intimida as pessoas em uma praça e as ameaça com um revólver para que lhes dê dinheiro. Quando outra mendiga (Florinda Meza) tem seu dinheiro furtado pelo bandido, Chapolin é invocado. O mendigo guarda o dinheiro em uma bolsa, onde apóia sua cabeça enquanto dorme. Chapolin tenta pegar diversas vezes o dinheiro, mas não consegue. Ele luta com o mendigo, que revela que a outra mendiga é sua filha. Pressionados pelo Chapolin, eles decidem trabalhar honestamente.

Sai de Baixo Que Lá Vem Pedra

Nesse episódio, Ramón é um pesquisador, que estuda os aerolitos, junto com sua filha (Florinda Meza) e seu genro (Carlos Villagrán) em uma áerea onde ocorrem chuvas de aerolitos. Sempre zangado quando dizem que os aerolitos são pedras, Ramón percebe que perdeu seu caderno de anotações. Ele chamam o Chapolin Colorado para ajudar a procurar em baixo dos aerolitos, mas sem sucesso. Depois de uma violenta chuva de aerolitos onde Florinda machuca o braço, Ramón insiste em procurar seu caderninho na casa, que pode desabar a qualquer momento. Chapolin o convence de deixar a casa. É quando Ramón percebe que o caderninho estava em seu bolso o tempo todo.

1976

O Vazamento de Gás

Nesse episódio, Ramón é o vizinho de baixo de Florinda e Carlos e vive reclamando das músicas altas que Florinda escuta. Depois de uma explosão de gás na casa de Florinda, o Chapolin ajuda a procurar Carlos e Florinda. No andar de baixo, Ramón tenta ler, mas tem seu lustre puxado por Carlos, que, sem saber, está puxando o fio do lustre. Ramón sente cheiro de gás e o Chapolin procura por outro vazamento no apartamento de Ramón. Ele vai checar no fogão e acende um fósforo, explodindo tudo.

1977

O Menino Que Jogou Fora os Brinquedos,

 Nesse episódio, Ramón é um ladrão, que invade a casa do menino que mentia (Maria Antonieta de Las Nieves). Como o menino sempre inventava essa história, ninguém acreditou que um ladrão havia entrado em casa. Por diversas vezes, Ramón entrou na casa e roubou brinquedos. O Chapolin, depois de derrotá-lo, descobriu que o ladrão apenas roubava os brinquedos para dar ao seu filho, que é muito pobre. Eles concordam em dar brinquedos ao ladrão. 1978

O Anel Mágico

Nesse episódio, Ramón é um homem falido que, sem dinheiro para pagar sua empregada (Florinda Meza), decide demití-la. Ela não aceita a demissão, dizendo que é um bruxa e, como ele foi muito bom com ela, o ajudará usando seu anel mágico, com o qual pode invocar qualquer coisa. Ramón decide roubar o anel para poder escravizar a humanidade. A empregada chama o Chapolin, que derrota o patrão e Sigmund Freud (Carlos Villagrán), que foi invocado por Chapolin. Depois, Ramón decide que foi melhor ter deixado a empregada ir com o anel.

Fotos no Museu, Não!

Nesse episódio, Ramón é um visitante do museu, que, depois de ser impedido de tirar fotos pela guia (Florinda Meza), discute com o Dr. Chapatin. Depois, descobre-se que Ramón é um bandido que, junto com seu comparsa (Ruben Aguirre) que se fantasia de estátua, furtam artefatos do museu. O Chapolin descobre esse plano e, fingindo-se de estátua, faz os dois brigarem e os derruba. Os dois são presos.

Vida pessoal

Ramón Valdez casou-se três vezes e teve dez filhos. Uma de suas esposas foi a cantora mexicana Aracely Julián. Ele é tio de Cristian Castro , famoso cantor mexicano e filho de Verónica Castro com Manuel “El Loco” Valdez. Fumante inverterado, Ramón Valdez começou a ter complicações com sua saúde a partir de 1988. No tempo em que ficou internado do hospital, seu filho Rafael Valdez conta que Ramón fumava escondido das enfermeiras. Porém, duas semanas antes de morrer, entrou em coma e faleceu após complicações do câncer de pulmão. O falecimento de Ramón Valdez chocou a todos os colegas de trabalho. Maria Antonieta de las Nieves soube da morte do colega de trabalho durante a apresentação em uma turnê de seu circo e saiu de cena chorando, pois considerava-o como um pai. Angelines Fernandéz ficou horas ao lado do caixão expressando “Mi Roro, mi roro”.Edgar Vivar sente saudades das vezes em que dava carona a Valdez até os estúdios, pois moravam praticamente a poucos metros de um do outro.

Morte

Um fumante assíduo, Ramón foi internado com um câncer. Faleceu em 09/08/1988. Carlos Villagrán disse que o visitou e combinou “se encontrar com ele no céu”, mais Ramon se contrariou, mantendo o bom humor e disse “Não se faça de louco, nos vemos lá embaixo no inferno”. Valdez faleceu. Sua morte foi duramente sentida pelos amigos mais próximos: Segundo sua filha, Angelines Fernández ficou muito tempo ao lado do túmulo de Valdez, conversando com ele. Edgar Vivar diz ter sabido da notícia ao voltar de uma viagem, ainda no aeroporto. Bolaños disse que o único humorista que já o fez rir de verdade foi Valdez. Maria Antonieta se emocionou em uma entrevista em uma pergunta sobre Valdez, chorando muito, de Las Nieves disse que Valdez era como seu pai.
Frases Famosas
Você não sabe o que é sentido figurado? Na escola não te dão aulas de geometria?
Essa caveira significa prerigo, entenderam bem? PRE-RI-GO!
Mas de qualquer forma eu queria saber como é que eu vou pagar tudo isso, não responda.
Olha, se existisse Olimpíada para idiotas, você ganharia a medalha de ouro!
A barriga é a última que morre Seu Esperança.
Pra aprendermos outro idioma temos que estudar anatomia, já que a língua faz parte do corpo humano.

Não há nada mais trabalhoso que viver sem trabalhar!

O trabalho não é ruim. Ruim é ter de trabalhar!

Somente um idiota responde uma pergunta com outra pergunta

Isto é uma caliúnia! Uma caliúnia! Você sabe o que é uma caliúnia?

Eu sabia que você era idiota, mas não a nível executivo!

“Posso não ter um centavo no bolso, mas tenho um sorriso no rosto e isso vale mais que todo dinheiro do mundo.”

A virtude do bem viver está nos princípios morais, minha filha