Repost: Carlos Villagrán


Carlos Villagrán nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na Colônia Nativista, em Queretaro, México. Veio de uma família muito pobre, segundo conta o próprio Villagrán: “Éramos tão pobres, que os pobres não se misturavam conosco, por sermos pobres”.

Na casa onde Carlos Villagrán viveu com seus pais e seus irmãos (duas irmãs mais novas e um irmão mais velho) era tão humilde que não tinha nem colchão para dormir. Por atravessar tais dificuldades, teve que começar a trabalhar muito cedo, ainda na infância.

Aos 23 anos, começou a trabalhar com a fotografia profissional. Chegou a trabalhar em alguns dos jornais mais bem conceituados do México. Mas, seu sonho, mesmo, era ser apenas duas coisas: ou comediante ou jogador de futebol.

O convite para trabalhar junto a Chespirito e todo o elenco das séries, veio graças a Rubéns Aguirre (Prof. Girafales); este apresentou Carlos para Roberto Bolaños, que já o havia visto em cena em uma obra teatral.

Segundo conta Villagrán, o personagem Quico surgiu da seguinte forma: no final do anos 60, antes de surgir o seriado Chaves, Carlos Villagrán atuava em uma peça de teatro, onde ele já se caracterizava com roupa de marinheiro e com bochechas inchadas, igual ao Quico. Já a versão de Chespirito é a seguinte: Villagrán arrumou uma roupinha de marinheiro, só que Chespirito achou que ele de marinheiro, com o rosto que é visto nos episódios do Chapolin – sem bochechas infladas -, se parecia muito com um personagem de um programa infantil da tevê mexicana, o Chabelo, então, Chespirito inventou que ele seria um menino bochechudo.

Muitos têm a curiosidade de saber o que o intérprete do personagem mais tonto da vila usa, para ficar com aquelas bochechas infladas. Na verdade, ele não usa nada em suas bochechas: Carlos Villagrán é portador de uma doença rara nos músculos do seu rosto, assim Villagrán consegue deixar suas bochechas duras. E o resultado disso é que parece que ele está falando com as bochechas infladas.

Na época em que o seriado Chaves estava em seu auge no México, a EMI Capitol aproveitou o destaque que o personagem Quico tinha na série e chamou Villagrán para gravar um disco, onde se incluíam dez músicas. Isso ocorrera, precisamente, em 1976.

No final de 1978, Carlos Villagrán decidi sair do elenco do Chaves para estrear um programa solo na Venezuela, que se chamou “Frederico”. Segundo Villagrán, ele deixou a série Chaves, pois o seu personagem estava ficando mais popular que o próprio Chaves, e isso incomodava Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”. Além do programa “Frederico”, Carlos ainda fez outros programas com o personagem Kiko (com “K”, pois os direitos sobre Quico com “Q” é de Roberto): “Niño de papel”, “El Circo de Moisier Cachetón” e “Kiko Botones”.

No dia 1° de abril de 2000, Carlos Villagrán participou da homenagem a Chespirito, promovida por Roberto Gómez Fernadez, filho de Chespirito. Essa homenagem se realizou num canal da TV Televisa, e foi marcado pelo reencontro de Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” e Carlos Villagrán, que não se falavam há mais de 20 anos. As más línguas dizem que ele cobrou para participar da homenagem.

Em 2013, em uma turnê pelo Brasil anunciou sua aposentadoria, aos 69 anos. O último show de sua carreira foi no dia 11 de Maio, em um circo no Rio de Janeiro. Sua turnê de despedida ainda passou por Porto Alegre, Belo Horizonte, São Paulo, Recife e Campos dos Goytacazes. Durante a turnê, em homenagem a sua paixão pelo futebol brasileiro, foi nomeado embaixador da Copa do Mundo do Brasil, na cidade de Porto Alegre. O ator recebeu o título das mãos do então prefeito José Fortunati.

Atualmente, mora em Guadalajara, no México, com sua atual esposa. Carlos tem seis filhos de outro casamento.

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A atriz Florinda Meza, que interpretou Dona Florinda no seriado Chaves, deixou de lado os possíveis desentendimentos com o ex-colega de elenco Carlos Villagrán, o Quico, e o abraçou durante a primeira missa em homenagem a Roberto Bolaños, realizada na noite e madrugada de sábado (29/11) no Cidade do México. O gesto pôs fim a polêmica de que Meza teria proibido Carlos de participar de eventos oficiais em homenagem a Bolaños.

 

Em 2014, Villagrán abandonou a aposentadoria e anunciou que irá fazer uma turnê pelo Brasil.

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Em Fevereiro de 2016 Carlos Villagrán, veio ao Brasil para assinar o contrato para o filme Como se Tornar o Pior Aluno da Escola, ele será o antagonista principal e diretor da escola o qual irá se passar a trama. Danilo colaborou com o roteiro e também atuará. As filmagens vão ser iniciadas em Junho de 2016 com a previsão de chegar aos cinemas até 2017. Foi feita uma live ao vivo pelo Danilo Gentili, onde mostra Villagrán assinando o contrato.

 

Repost: Publicação original Carlos Villagrán

 

HOMENAGEM A ROBERTO CARLOS: 1965 Canta para a Juventude


Roberto Carlos Canta para a Juventude é um álbum do cantor e compositor Roberto Carlos, de 1965. Esse disco ainda marca uma fase bastante rockeira e adolescente de Roberto Carlos, exemplos disso são os rockabillys "Os Sete Cabeludos", "Noite De Terror", "Como É Bom Saber" e "Parei, Olhei". Todos eles pequenos épicos adolescentes sobre fantasmas, brigas, garotas e relacionamentos amorosos. O ano era 1965, o sucesso de Roberto Carlos e os outros demais artistas da Jovem Guarda era absoluto. Beatles,Rolling Stones e outros demais grupos britânicos fascinavam o mundo (inclusive os brasileiros), as canções com influência dos Beatles presentes nesse disco continuavam encantando os brasileiros ávidos por equivalentes nacionais dos grupos britânicos.

 

 

 Roberto Carlos Canta para a Juventude é um álbum do cantor e compositor Roberto Carlos, de 1965.[1][2] Esse disco ainda marca uma fase bastante rockeira e adolescente de Roberto Carlos, exemplos disso são os rockabillys “Os Sete Cabeludos”, “Noite De Terror”, “Como É Bom Saber” e “Parei, Olhei”. Todos eles pequenos épicos adolescentes sobre fantasmas, brigas, garotas e relacionamentos amorosos. O ano era 1965, o sucesso de Roberto Carlos e os outros demais artistas da Jovem Guarda era absoluto. Beatles,Rolling Stones e outros demais grupos britânicos fascinavam o mundo (inclusive os brasileiros), as canções com influência dos Beatles presentes nesse disco continuavam encantando os brasileiros ávidos por equivalentes nacionais dos grupos britânicos.

Faixas

# Título Duração
1. “História de Um Homem Mau (Ol’man Mose)” (Armstrong / Randolph / Vrs. Roberto Rei) 2:29
2. “Noite de Terror” (Getúlio Cortes) 2:41
3. “Como É Bom Saber” (Helena dos Santos) 2:42
4. “Os Sete Cabeludos” (Roberto Carlos / Erasmo Carlos) 2:31
5. “Parei… Olhei” (Rossini Pinto) 1:50
6. “Os Velhinhos” (José Messias) 2:33
7. “Eu Sou Fã do Monoquini” (Roberto Carlos / Erasmo Carlos) 2:55
8. “Aquele Beijo Que Te Dei” (Édson Ribeiro) 2:35
9. “Brucutu (Alley-oop)” (Dallas Frazier / Vrs. Rossini Pinto) 2:43
10. “Não Quero Ver Você Triste” (Roberto Carlos / Erasmo Carlos) 3:22
11. “A Garota do Baile” (Roberto Carlos / Erasmo Carlos) 3:23
12. “Rosita” (Francisco Lara / Jovenil Santos) 2:06

HOMENAGEM A ROBERTO CARLOS: 1963 Louco por Você


Dois anos depois do lançamento do compacto simples "João e Maria/Fora do Tom" em 1959, Roberto Carlos estreava "Louco por Você", primeiro LP do cantor. O disco expressa a fase inicial da carrreira de Roberto, fã da bossa nova e da música romântica. Boa parte das canções do álbum tem composição de Carlos Imperial. Sem sucesso comercial (vendeu 3500 cópias), "Louco por Você" acabou renegado por Roberto e se tornou o segundo LP mais caro no Brasil (tem o preço comercial de R$ 3.000,00, perdendo apenas para o raríssimo Paêbirú, de Lula Côrtes & Zé Ramalho).

Dois anos depois do lançamento do compacto simples “João e Maria/Fora do Tom” em 1959, Roberto Carlos estreava “Louco por Você”, primeiroLP do cantor. O disco expressa a fase inicial da carrreira de Roberto, fã da bossa nova e da música romântica. Boa parte das canções do álbum tem composição de Carlos Imperial. Sem sucesso comercial (vendeu 3500 cópias),[1] “Louco por Você” acabou renegado por Roberto e se tornou o segundo LP mais caro no Brasil (tem o preço comercial de R$ 3.000,00, perdendo apenas para o raríssimo Paêbirú, de Lula Côrtes & Zé Ramalho).

Faixas

  1. Não é Por Mim
  2. Olhando Estrelas (Look For a Star)
  3. Só Você
  4. Mr. Sandman
  5. Ser Bem
  6. Chore Por Mim (Cry Me A River)
  7. Louco Por Você (Careful, Careful)
  8. Linda
  9. Chorei
  10. Se Você Gostou
  11. Solo Per Te
  12. Eternamente (Forever)

 

HOMENAGEM A ROBERTO CARLOS: 1964 É Proibido Fumar


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Lançado pela CBS em setembro de 1964, É Proibido Fumar é o terceiro álbum do cantor capixaba. O LP mostra Roberto Carlos em busca de afirmação na cena musical brasileira. Ele investiu de vez no rock and roll, especialmente após o bom desempenho do disco anterior, “Splish Splash”.

“É Proibido Fumar” traz como principais sucessos a faixa título (parceria com Erasmo Carlos e “O Calhambeque” – versão de “Road Hog”, de John e Gwen Loudermilk. Tanto “O Calhambeque” quanto “É Proibido Fumar” tornaram-se verdadeiros clássicos do rock brasileiro, sempre presente em seus shows. Outras canções de repercussão desse LP foram “Um Leão Está Solto Nas Ruas”“Minha História De Amor” e as versões de “I Was Born To Cry” (de Dion DiMucci) – intitulada “Nasci Para Chorar” – e de “Unchain My Heart”, sucesso de Ray Charles e que virou “Desamarre O Meu Coração”.

A canção “Broto Do Jacaré” está identificada com o estilo musical surf music e foi grava por Roberto Carlos acompanhado pela The Angels (depois The Youngsters).

Faixas

Lado A

    1. “É Proibido Fumar” (Erasmo Carlos – Roberto Carlos)
  1. “Um Leão Está Solto Nas Ruas” (Rossini Pinto)
  2. “Rosinha” (Oswaldo Audi – Athayde Julio)
  3. “Broto Do Jacaré” (Erasmo Carlos – Roberto Carlos)
  4. “Jura-Me” (Jovenil Santos)
  5. “Meu Grande Bem” (Helena dos Santos)

Lado B

    1. “O Calhambeque” (“Road Hog”) (John e Gwen Loudermilk)
  1. “Minha História De Amor” (José Messias)
  2. “Nasci Para Chorar” (I Was Born To Cry) (Dion DiMucci)
  3. “Amapola” (Lacalle – Roberto Carlos)
  4. “Louco Não Estou Mais” (Erasmo Carlos – Roberto Carlos)
  5. “Desamarre O Meu Coração” (Unchain My Heart) (F.James – A.Jones)

 

HOMENAGEM A ROBERTO CARLOS: 1963 Splish Splash


1963 - Splish Splash

“Splish Splash” mostra uma sensível diferença no repertório de Roberto, da bossa nova e da música romântica para o rock and roll. Roberto resolveu apostar neste gênero pouco difundido no Brasil do início dos anos sessenta. A opção pelo rock impulsionou a carreira do cantor, que atingiu o topo das paradas brasileiras. A faixa-título, gravada originalmente pelo norte-americano Bobby Darin e com versão de Erasmo Carlos[3], fez grande sucesso no país. Outro grande hit do LP foi “Parei Na Contramão”, canção da parceria com Erasmo. Outro sucesso do disco foi“Oração de Um Triste”, de José Messias.

Acompanhamento da Orquestra sob a direção de Astor, excepto faixa 3 (com Renato e Seus Blue Caps) e faixas 1, 5 e 9 (com The Angels). Produzido por Evandro Ribeiro.

Técnico de gravação: Reynaldo. Edição Original em LP CBS 37.304 (Novembro 1963) Reedição 2004, remasterizada por Ricardo Garcia.

Faixas

    1. Parei Na Contramão (Roberto Carlos – Erasmo Carlos)
    2. Quero Me Casar Contigo (Carlos Alberto – Adilson Silva – Claudio Moreno)
    3. Splish Splash (Bobby Darin – Murray Kaufman – versão: Erasmo Carlos)
    4. Só Por Amor (Luiz Ayrão)
    5. Na Lua Não Há (Helena dos Santos)
    6. É Preciso Ser Assim (Roberto Carlos – Erasmo Carlos)
    7. Onde Anda O Meu Amor (Hélio Justo – Erly Muniz)
    8. Nunca Mais Te Deixarei (Paulo Roberto – Jovenil Santos)
    9. Professor De Amor (I Gotta Know) (Matt Williams – Paul Evans – versão: Marcos Moran)
    10. Baby, Meu Bem (Hélio Justo – Titto Santos)
    11. Oração De Um Triste (José Messias)
    12. Relembrando Malena (Rossini Pinto)

Carlos Villagrán


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Carlos Villagrán nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na Colônia Nativista, em Queretaro, México. Veio de uma família muito pobre, segundo conta o próprio Villagrán: “Éramos tão pobres, que os pobres não se misturavam conosco, por sermos pobres”.

Na casa onde Carlos Villagrán viveu com seus pais e seus irmãos (duas irmãs mais novas e um irmão mais velho) era tão humilde que não tinha nem colchão para dormir. Por atravessar tais dificuldades, teve que começar a trabalhar muito cedo, ainda na infância.

Aos 23 anos, começou a trabalhar com a fotografia profissional. Chegou a trabalhar em alguns dos jornais mais bem conceituados do México. Mas, seu sonho, mesmo, era ser apenas duas coisas: ou comediante ou jogador de futebol.

O convite para trabalhar junto a Chespirito e todo o elenco das séries, veio graças a Rubéns Aguirre (Prof. Girafales); este apresentou Carlos para Roberto Bolaños, que já o havia visto em cena em uma obra teatral.

Segundo conta Villagrán, o personagem Quico surgiu da seguinte forma: no final do anos 60, antes de surgir o seriado Chaves, Carlos Villagrán atuava em uma peça de teatro, onde ele já se caracterizava com roupa de marinheiro e com bochechas inchadas, igual ao Quico. Já a versão de Chespirito é a seguinte: Villagrán arrumou uma roupinha de marinheiro, só que Chespirito achou que ele de marinheiro, com o rosto que é visto nos episódios do Chapolin – sem bochechas infladas -, se parecia muito com um personagem de um programa infantil da tevê mexicana, o Chabelo, então, Chespirito inventou que ele seria um menino bochechudo.

Muitos têm a curiosidade de saber o que o intérprete do personagem mais tonto da vila usa, para ficar com aquelas bochechas infladas. Na verdade, ele não usa nada em suas bochechas: Carlos Villagrán é portador de uma doença rara nos músculos do seu rosto, assim Villagrán consegue deixar suas bochechas duras. E o resultado disso é que parece que ele está falando com as bochechas infladas.

Na época em que o seriado Chaves estava em seu auge no México, a EMI Capitol aproveitou o destaque que o personagem Quico tinha na série e chamou Villagrán para gravar um disco, onde se incluíam dez músicas. Isso ocorrera, precisamente, em 1976.

No final de 1978, Carlos Villagrán decidi sair do elenco do Chaves para estrear um programa solo na Venezuela, que se chamou “Frederico”. Segundo Villagrán, ele deixou a série Chaves, pois o seu personagem estava ficando mais popular que o próprio Chaves, e isso incomodava Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”. Além do programa “Frederico”, Carlos ainda fez outros programas com o personagem Kiko (com “K”, pois os direitos sobre Quico com “Q” é de Roberto): “Niño de papel”, “El Circo de Moisier Cachetón” e “Kiko Botones”.

No dia 1° de abril de 2000, Carlos Villagrán participou da homenagem a Chespirito, promovida por Roberto Gómez Fernadez, filho de Chespirito. Essa homenagem se realizou num canal da TV Televisa, e foi marcado pelo reencontro de Roberto Gómez Bolaños “Chespirito” e Carlos Villagrán, que não se falavam há mais de 20 anos. As más línguas dizem que ele cobrou para participar da homenagem.

Atualmente, Carlos vive na Argentina, com sua esposa, com quem teve seis filhos: Paula, Sylvia, Samantha, Edson, Gustavo e Vanessa. Tem ainda um circo chamado “El Circo de Kiko”, que, inclusive, já veio ao Brasil, em meados da década de 90.

Top 10: Por seus méritos ou escorregadas, eles brilharam em 2012


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Sem eles, a televisão brasileira não teria tido graça ou emoção ao longo do ano. Para o bem ou para o mal, eles brilharam em 2012. Foram os protagonistas, as figuras que, por seus méritos ou escorregadas, mais se destacaram na concorrida paisagem da TV.

Aqui está o meu Top 10 com as principais personalidades de 2012. Semana que vem publico as listas com os melhores e piores do ano. Listas deste tipo são sempre muito pessoais, e as minhas não são diferentes. Por isso, terei o maior prazer em acolher os comentários e observações dos leitores, apontando as injustiças das minhas escolhas e me lembrando do que esqueci:

xuxafantastiicoXuxa: Ela está na praça desde a década de 80, mas não fazia tanto barulho há muito tempo. O seu programa na Globo passou por mais uma repaginada, mas segue sem identidade. Convidada do “Fantástico”, contou que sofreu abuso sexual na infância, uma das revelações mais bombásticas do ano.  Meses depois, foi ao “Na Moral” e disse a Pedro Bial o que faria se não fosse famosa: “Eu ia beijar muito, eu ia namorar muito, eu ia dar muito…”. Para concluir o ano, o diretor de seu programa, Mario Meirelles, chamou os espectadores do “Pica Pau”, da Record, de “retardados”. Que ano…

boninho3Boninho: 2012 começou mal para o diretor da Globo. Antes mesmo da estreia do “BBB12”, foi alvo de uma piada feita por seu próprio pai, Boni, no “Altas Horas”. Ouvindo Pedro Bial dizer que gosta de ver “coisa ruim” na televisão, Boni observou: “Quer dizer que você assiste o BBB!?”. Depois, Boninho viu o seu programa virar caso de polícia, por conta de uma cena noturna do modelo Daniel com Monique, mas agiu como se estivesse acima do bem e do mal. Mas o ano terminou bem para o diretor. Aposta sua, o “The Voice Brasil” foi um grande sucesso e assegurou nova temporada em 2013.

amilcaremarceloAmilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho: Os donos da RedeTV! vão terminar 2012 da mesma forma como começaram: com a emissora em crise. No início do ano, eles viram a maior fonte de faturamento da casa, o “Pânico”, se transferir para a Band, e reagiram com piadas. A contratação de Rafinha Bastos para fazer o “Saturday Night Live” resultou em fracasso. Foi um ano em que se falou muito de demissões, fim de programas e atrasos de salários. Preocupante.

silviosantoscarrosselSilvio Santos: Cada vez mais “safadinho”,  o dono do SBT se divertiu demais este ano. Brincou que está ficando “gagá”, mostrou o cabelo grisalho e fez piadas picantes com as “colegas de auditório”. Também elogiou o “airbag” de uma moça, se insinuou para todas as mulheres que passaram por seu programa e ainda apareceu sem as calças um dia. Não bastasse tudo isso, festejou o sucesso de “Carrossel” e tripudiou da concorrente Record.

datenaquemficaJosé Luiz Datena: Num ano em que até negociou e resolveu um sequestro pela televisão, o apresentador da Band estreou em nova função, à frente do game-show “Quem Fica em Pé?”. Muito à vontade, fazendo piadas com as candidatas, teve a oportunidade de mostrar a sua versão “light”, com jeito de Tio Sukita. Numa ótima entrevista ao UOL, Datena contou: “Eu jamais ficarei louco porque eu já nasci louco”.

nicoleNicole Bahls: Há muito tempo não aparecia uma personagem tão divertida na televisão. Antes mesmo de entrar na “Fazenda”, a ex-panicat mostrou o seu talento no programa de Luciana Gimenez. Questionada se recebeu muitas propostas indecentes ao longo da carreira, foi direto ao ponto: “A gente trabalhava rebolando a bunda. Ia receber proposta de quem? Da Igreja?” No reality, Nicole provocou brigas com quase todos os candidatos, uma mais engraçada que a outra.  Viviane Araujo, a vencedora do programa, foi sua vítima preferida: “Você é insignificante”, disse a campeã moral da “Fazenda”.

Encontro com Fátima BernardesFátima Bernardes: Poucas pessoas encararam responsabilidade maior este ano. Tocado às pressas, o programa de auditório comandado por Fátima Bernardes tinha a missão de dar nova cara às manhãs da Globo. Cercado de expectativa em excesso provocou alguma decepção  e, até agora, não decolou. Em julho, uma espectadora foi flagrada dormindo no auditório.

gabyamarantosGaby Amarantos: Personagem conhecida do universo musical, a cantora virou estrela da televisão em 2012. Intérprete de “Ex My Love”, viu a música ser consagrada como tema da novela “Cheias de Charme”. Ganhou participação na novela e, com status de estrela, participou do “Dança dos Famosos”, no Faustão. Foi quando, para supresa geral, foi chamada de “gorduchinha” por uma das juradas.

galvaoconexaoGalvão Bueno: Sem a Globo, que não tinha os direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos, o principal narrador da emissora embarcou para Londres como apresentador de um programa de debates do SporTV. Deu tudo errado. No momento mais dramático, brigou ao vivo com o comentarista Renato Mauricio Prado, que deixou o canal depois disso. Em outro momento crítico, se distraiu e disse que estava “ao vivo” numa transmissão de UFC que todos sabiam ser gravada. O ano terminou com Galvão onipresente na Globo, narrando F-1, Copa Sul-Americana, Brasileirão e final do Mundial de Clubes.

 HebeabreHebe Camargo: A televisão perdeu uma de suas melhores e mais queridas apresentadoras. Ao morrer, em setembro, depois de uma luta contra um câncer, Hebe (1929-2012) foi, com justiça, saudada como um dos maiores nomes do entretenimento brasileiro. Em abril, tive a oportunidade de entrevistá-la, no momento em que voltou a apresentar o seu programa, depois de uma etapa do tratamento. “Não pensei um minuto em morte”, contou, com sua invejável alegria. Vai fazer falta.

Top 10: Os piores de 2012 na TV


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Mauricio Stycer

Listas de melhores e piores são sempre muito pessoais, carregadas de subjetividade. As minhas não são diferentes. Por isso, ao apresentar abaixo o meu Top 10 com os piores do ano na televisão aberta, terei o maior prazer em acolher os comentários e observações dos leitores, apontando as injustiças das minhas escolhas e me lembrando do que esqueci.

sexoa3Sexo a Três: O programa apresentado pelo tal Dr. Rey durou apenas alguns meses, o suficiente para conquistar o título de pior do ano. Mulheres seminuas, as “reyzetes”, dançavam no palco e eram constantemente apalpadas pelo chefe. Excitado, ele referia-se ao seu órgão sexual como “Mr. Happy”. Foi, enquanto durou, um programa ainda mais sem sentido que a cobertura de Carnaval que a RedeTV! promove todo ano.

mulheresricasMulheres Ricas: Artificial até a raiz dos cabelos, o programa da Band tentou convencer o público que mostraria a rotina de uma grupo de ricas, ex-ricas e querendo-ser-ricas dispostas a expor a própria imagem em situações constrangedoras, falando bobagens, fingindo gastar dinheiro e simulando felicidade. O resultado pareceu um filme institucional destinado a promover variadas marcas e ouvir as bobagens ditas por Narcisa Tamborindeguy e Val Marchiori. Fez tanto barulho que ganhará uma segunda edição em 2013.

phantasmagoria2Phantasmagoria: O “Fantástico” submeteu o público ao constrangimento de ver um de seus apresentadores parecer levar a sério uma “investigação sobre os lugares assombrados do Brasil”. Ao seu lado na empreitada estava um mágico, chamado Kronnus. “Existem explicações científicas para tudo de estranho que acontece lá”, disseram na estreia, depois de mostrar fenômenos ocorridos num castelo no Paraná. Para esquecer.

robertojustusmaisRoberto Justus +: Apesar do sinal de adição que acompanha o nome do publicitário no título, o seu talk show acrescentou muito pouco ao gênero. A escolha de um tema por noite engessa o programa, que também sofre para ir além da troca de gentilezas e rapapés com os convidados. Num dos raros momentos  em que questionou um entrevistado, provocou Danilo Gentilli acerca do mau gosto do humor que promove.

maiorbrasileirotodostemposO Maior Brasileiro de Todos os Tempos: Adaptado de um formato da BBC e apresentado por Carlos Nascimento, o programa chegou a parecer divertido, mas não passou de uma boa ideia executada sem muito jeito pelo SBT. Proposta típica da era da interação, do “você decide”, a enquete colocou Michel Telo à frente de Tom Jobim, Garrincha atrás do zagueiro Dedé, do Vasco, entre outras curiosidades. O vencedor foi o médium Chico Xavier.
danielbbbBBB12: O reality show mais longevo e rentável da televisão brasileira teve uma edição terrível. O programa será lembrado, infelizmente, como aquele em que a Globo eliminou um participante por “comportamento gravemente inadequado” logo no sexto dia e passou os dois meses seguintes tentando abafar o caso e reescrever a história do jogo.

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Amazônia e Fazenda de Verão: A Record não deu sorte com reality show em 2012. O primeiro, o mais sonolento do ano, teve Victor Fasano como apresentador, aulas sobre os mistérios da selva e candidatos abraçando árvores. O segundo, montado às pressas, viu três candidatos desistirem, um ser expulso e, para piorar, hesita mostrar as cenas mais apimentadas de um casal formado por mulheres.rafinhabastosnl2

Saturday Night Live: A versão brasileira do famoso humorístico americano nasceu torta e não conseguiu achar o prumo em 2012. Escalado para substituir o “Pânico”, que deixou a RedeTV! depois de atrasos em pagamentos, estreou aos domingos, apesar de ter “sábado” no nome. Rafinha Bastos, promovido a produtor-executivo, não deu conta da tarefa e deixou a atração após alguns meses. O “SNL” brasileiro será lembrado, infelizmente, pela pífia audiência da estreia, de 0,8% no Ibope.

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As Brasileiras: Muito diferente de “As Cariocas”, que a inspirou, a série criada por Daniel Filho brindou o público com um desfile de mulheres lindas, de fato, mas vivendo personagens bobas, em textos primários, salpicados de apelação barata. Um dos raros bons momentos ocorreu no último episódio, quando Fernanda Montenegro riu da abertura da série

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Máscaras: Maior aposta da dramaturgia da Record no ano, a novela de Lauro Cesar Muniz não emplacou. Pior, derrubou a audiência e foi encurtada sem dó. “Acho que me empolguei demais em criar uma trama policial cheia de mistérios e cometi o grave erro de abrir esses mistérios sem fechá-los em pouco tempo. Isso deu a sensação de trama sem clareza. No ar, a maioria das respostas está sendo dada, mas talvez seja tarde”, reconheceu o autor, com notável franqueza.

 

 

 

Os 15 momentos mais inesperados, ousados e bizarros da televisão em 2012


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Mauricio Stycer

 O ano de 2012 foi dos mais ricos e agitados na televisão. Foi um período de grandes novidades, várias decepções, boas e más surpresas, muito humor involuntário, momentos geniais e bestiais… É tanta coisa que este resumo do ano será dividido em quatro partes: os melhores, os piores, os que mais brilharam e os momentos mais inesperados do ano.

Listas deste tipo são sempre muito pessoais, e as minhas não são diferentes. Por isso, terei o maior prazer em acolher os comentários e observações dos leitores, apontando as injustiças das minhas escolhas e me lembrando do que esqueci. Aqui está o meu Top 15 com os mais surpreendentes de 2012:

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Âncora dá um pito nos políticos: É só um buraco de rua e um secretário de Obras sem noção, mas o desabafo de Neila Medeiros, do SBT em Brasília, diante da enrolação que ouviu, entrou para a galeria dos grandes momentos da televisão. Veja aqui.

muito-mais1  Apertem os cintos, o colunista sumiu: O vespertino “Muito +”, na Band, estreou em janeiro com um acidente. Escalado para comentar as fofocas do dia, Daniel Carvalho, criador do personagem Katylene, desapareceu sem explicação. Mal de Ibope, o programa apresentado por Adriane Galisteu saiu do ar em outubro.

faustaodaniel“Essa porra de televisão, quem manda é quem vê”: O “BBB12” será lembrado como o primeiro reality show que acabou na polícia. Eliminado por “uma infração no regulamento do programa”, o modelo Daniel não teve oportunidade de defesa, até Fausto Silva convidá-lo a apresentar sua versão no programa. “É o mínimo que pode acontecer. Questão de justiça”, disse. “Essa porra de televisão, quem manda é quem vê”, justificou. Daniel não foi ao “Domingão”.

carlos-nascimento    “Nós já fomos mais inteligentes”: Carlos Nascimento teve os seus cinco minutos de fúria em 2012. “Ou os problemas brasileiros estão todos resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas”, começou o âncora do SBT, revoltado com a repercussão do caso do suposto estupro no “BBB” e da história de Luiza, aquela que estava no Canadá. “Nós já fomos mais inteligentes”, lamentou.

yunesdaviUm ator ao mesmo tempo em duas emissoras: Não é a primeira vez que isso ocorre, mas mostra como o mercado para atores esteve agitado em 2012. Yunes Chami apareceu simultaneamente, numa mesma noite de janeiro, nas telas da Globo e da Record, respectivamente, nas minisséries “O Brado Retumbante e “Rei Davi”.

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Isto é um iPad ou um espelho?:  O grande Joelmir Beting (1936-2012) protagonizou um dos momentos mais engraçados do ano na bancada do “Jornal da Band”. Na volta de um intervalo, a câmera o flagrou arrumando o cabelo com um iPad. Ou terá sido com um espelho?  Beting morreu no final de novembro e será lembrado como um dos mais importantes jornalistas de economia da TV brasileira.

uniaodailhafutebolOlimpíada de Londres, assunto “delicado” na Globo: A União da Ilha falou dos Jogos Olímpicos de Londres no Carnaval, mas a Globo não mencionou o assunto na transmissão do desfile. Sem os direitos dos Jogos, adquiridos pela Record, a Globo enfrentou vários “apagões” semelhantes ao longo do primeiro semestre. Para compensar, na abertura dos Jogos, Ana Paula Padrão, ao vivo, na Record, disse: “Você está assistindo o ‘Jornal da Globo’ ao vivo”.

leifertbarrichello“Mostra eu de vez em quando”:  Rubens Barrichello protagonizou um dos “micos” do ano. Ao trocar a F-1 pela Indy, se deu conta que não iria mais aparecer na Globo. Fez então este bizarro pedido a Tiago Leifert: “Não me deixa, não. Mostra eu (sic) de vez em quando.” O apresentador respondeu: “A gente não tem os direitos de transmissão da F-Indy, mas vamos fazer o possível para mostrar as suas vitórias. Você vai ser campeão desse negócio. É nóis!” O melhor resultado do piloto foi um quarto lugar.

SergioMallandroA filosofia do “ié-ié”: Inspirado em “The Osbournes”, um programa sobre a vida de Ozzy Osbourne e seus familiares, Sergio Mallandro estreou um reality show sobre o seu cotidiano, acompanhado da ex-mulher e de um filho. Ensinando a “filosofia do ié-ié”, “Vida de Mallandro” foi um dos programas mais surreais exibidos em 2012. Espero que tenha uma segunda temporada no ano que vem.

babipanicat4A panicat careca: Sem motivo maior, a “panicat” Babi Rossi consentiu ficar careca, ao vivo, em rede nacional, levando o ibope do “Pânico” às alturas. Foi um dos momentos mais chocantes do ano. Mas não surpreendeu o público do programa: “O ‘Pânico’ gosta de sacanagem e o público também”, lembrou Emilio Surita.

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Luciana Gimenez evoca o além:  Entre tantos momentos inesquecíveis do “SuperPop”, o melhor foi o debate em que a apresentadora quis saber se o espírito da irmã de Ângela Bismarchi a ajudou durante o reality “A Fazenda”: “Será que a pessoa que morreu tem o poder de voltar pra Terra e estar com a pessoa amada, ajudando ou prejudicando?”, perguntou Luciana ao vidente. Melhor não saber a resposta.

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O topete de Justus e a cueca do Gugu: Ana Hickmann se revelou uma grande entrevistadora no “Programa da Tarde”, da Record. Primeiro, em uma investigação no banheiro de Roberto Justus, descobriu que o publicitário, contra todas as evidências, não tem topete. Depois, numa entrevista bombástica com Gugu Liberato, revelou que o apresentador veste cueca limpa depois do banho.

biancafazenda“Eu quero a minha mãe”: Depois de cinco edições da “Fazenda”, a Record resolveu investir numa edição “de verão”, com anônimos. Até agora, deu tudo errado. O melhor momento ocorreu durante uma confusão numa festa. Perdida, a candidata Bianca Luperini, Miss Araras, se desesperou e pediu ajuda da mãe. Veja aqui.

elevadorO fantasma do elevador: Muita gente pensava que “pegadinha” era um assunto do século passado. Silvio Santos mostrou que nada é mais atual do que uma armação tosca feita com jeito. A história de “menina-fantasma” dentro do elevador foi um dos sucessos mais surpreendentes do ano

Hillary Clinton no Brasil

Jornalistas ameaçam agredir repórter do CQC:  Das muitas e previsíveis confusões armadas por integrantes do programa da Band, esta foi a que mais chamou a atenção, por envolver a secretária de Estado americano Hillary Clinton e repórteres do primeiro time, em Brasília. Mauricio Meirelles ofereceu uma máscara de Carnaval para Hillary, bateu boca com jornalistas e quase apanhou.

Falta de criatividade marca o ano das principais emissoras de TV


Grandes Momentos lOGOBoas estreias, alguns improvisos e também decepções marcaram o ano da televisão brasileira. Esse foi o diagnóstico dos jornalistas Flavio Ricco, Mauricio Stycer e Ricardo Feltrin, colunistas do UOL, durante debate sobre o ano de 2012 na televisão.

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A grande novidade, segundo o jornalista Ricardo Feltrin, é a volta do SBT para a vice-liderança na audiência, após cinco anos atrás da Record. “A novela Carrossel surpreendeu e atingiu 15 pontos no Ibope. Além disso, outros programas, como a edição da manhã do Jornal do SBT, também contribuíram para a ascensão”, analisa.

GM 2012 Novela GloboCom maior investimento em produção, a TV Globo manteve a qualidade dos anos anteriores. As novelas ‘Avenida Brasil’ e ‘Cheias de Charme’ atingiram ótimos índices de audiência e receberam boas avaliações do público. O aguardado ‘Encontro com Fátima Bernardes’, se não surpreendeu, também não decepcionou. E ‘The Voice’, além de render bons números, revelou um novo showman para a casa: Tiago Leifert.

GM RecordJá o ano da Record, segundo os críticos, ficou marcado por improvisos. “‘Rebelde’ mudou de horário inúmeras vezes e a novela ‘Máscara’ abusou da incoerência na trama”, diz Flavio Ricco. Outro ponto negativo, segundo Mauricio Stycer, foi não ter aproveitado o know-how adquirido na transmissão das Olimpíadas de Londres.

elencodosaturdaynightlivebrasilContudo, a Rede TV! foi a maior decepção do ano. Após tratar a saída do ‘Pânico’ com desdém, apostou suas fichas no ‘Saturday Night Live’ com Rafinha Bastos e o formato não decolou. Chega ao fim de 2012 com muitos horários terceirizados, salários atrasados e baixas importantes na equipe de jornalismo, o ponto forte da casa, até então.

GM BandJá a Band acertou na contratação do ‘Pânico’, que trouxe ótima audiência para a emissora e muitos patrocinadores, mas pecou em outros formatos, como o ‘Muito +’, de Adriane Galisteu, que saiu do ar apenas alguns meses depois da estreia. Mas a maior perda, segundo os jornalistas, foi a de Joelmir Beting.